:\: Sandro Brincher :/:
05 11th, 2010
Lembro de quando eu tive a idéia de me candidatar pro concurso “Quero ser Paquito da Xuxa”. Contei para uma menina, a Zu. Ela me disse “Sandrinho, mas tu é feio, magrelo, alto, desengonçado e ainda nem tem idade suficiente… pensa bem nisso”.
Claro, desisti. Mas ainda hoje, mais de 15 anos depois, sempre que preciso de um conselho, eu peço à Zu.
04 23rd, 2010
bucetatis mutandis, elas são todas incompreensíveis.
03 3rd, 2010
Nosso descompasso com as mulheres não se dá por usarem outra língua. Na via ou na vida, usam sintaxes inglesas, inversas às nossas. E o certo inexiste em ambas.
03 2nd, 2010
Eu sei que não fiz uma boa escolha na vida quando a prateleira que mais frequento na biblioteca é justo aquela que tem fauna – teias de aranha e colônias de ácaros.
03 1st, 2010
É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar… manda chumbo nelas todas.
01 25th, 2010
Nada mais a calhar para um aprendiz de maluco que encontrar no próprio pátio aquelas frutificações típicas de alguns fungos das divisões Basidiomycota e Ascomycota. Isso, cogumelos. Mandei pro Flickr.
01 24th, 2010
Ontem foi o primeiro dia dos últimos dois meses que não me viu acordar com forte palpitação. Até ontem, era rotina. Coração explodindo na garganta, tremor, ausência total de fome e um desejo insuportável de sair de casa. Tomava o medicamento – cloridrato de sertralina – e saía. Por cerca de duas horas e meia, tomava o rumo da Beira-Mar e só voltava quando o sinal do cansaço era evidente. Chegava, tomava um copo de suco ou achocolatado, tentava escrever a dissertação. Nada. Só aquele turbilhão de pequenos pensamentos fuzilando os neurônios. À tarde, já com o organismo cloridratado, vinha alguma pacificação, duradoura até a noite. Deitava às 02:00, acordava às 07:00 e tudo se repetia. Ontem foi meu primeiro dia sem rotina. Ontem e em uma ou duas tardes por semana nas quais a vida, personificada, resolvia me dar um sorriso. Sinais de melhora à vista.
11 12th, 2009
A vida é uma caixinha de Surpresas: o chocolate é o de menos, a figurinha da onça é que conta.

Lembra? Então, tás ficando véio...













